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terça-feira, 15 de março de 2011

O Ministro da Educação defende 7% do PIB para Educação


Durante audiência presidida pelo senador Roberto Requião, a senadora, Marinor Brito lembrou que a porcentagem já estava prevista em projeto aprovado há uma década e que foi vetado. Já a senadora Kátia Abreu, observou que países latino-americanos como Chile e México têm investido mais do que o Brasil na educação. Ela também criticou a baixa qualidade das escolas rurais no país.
Em resposta, Haddad disse não ter conhecimento de nenhum país na América Latina que invista em educação mais do que 6% do PIB. A média observada nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), comparou, está em 5%, índice equivalente ao aplicado hoje pelo Brasil. Lembrou ainda que os dois pontos percentuais a mais previstos para 2020 serão acrescentados ao longo da década, com aumento médio de 0,2 ponto percentual a cada ano.
Logo no início da audiência, o ministro observou que foram incluídas no novo plano de educação metas "factíveis, claras e mensuráveis", para que a sociedade possa acompanhar o desempenho do governo. As metas incluem a formação e a valorização do magistério, com objetivos como o de aproximar o rendimento médio do professor ao de outros profissionais com escolaridade equivalente.
Fernando Haddad, defendeu nesta terça-feira, em audiência na Comissão de Educação no Senado que a meta de destinação ao seu setor de pelo menos 7% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual consta do projeto do Plano Nacional de Educação para a década de 2011 a 2020, que se encontra na Câmara dos Deputados.

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