sexta-feira, 4 de março de 2011
IDEB dá pista do que rever no projeto estratégico da escola
ENTENDA MAIS SOBRE O IDEB AQUI

No Brasil, toda escola pública de educação básica tem uma nota de 0 a 10, que é chamada de Ideb, sigla de Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Esse indicador foi criado pelo Ministério da Educação (MEC) para medir a qualidade do ensino nos municípios, nos estados e nas escolas do Brasil. A cada dois anos, o MEC divulga uma nova leva de notas, desde 2007.
Analisando os resultados do Ideb, a escola encontra pistas do trabalho que precisa aprofundar e o que precisa rever em seu projeto estratégico de ensino, ao lado de outros instrumentos de análise do desempenho escolar.
Segundo o site Educar para Crescer:
• Para uma escola ser considerada de bom nível, ela precisa ter uma nota igual ou superior a 6. Infelizmente, a maioria das escolas brasileiras ainda está longe dessa nota.
• O resultado mais recente aponta a média de 4,2 para as séries iniciais do Ensino Fundamental e 3,8 para as últimas séries do Ensino Fundamental.
• A meta é que em 2022 a média do Brasil seja igual ou superior a 6.
• O Ideb revela se os alunos de escola pública estão aprendendo o que precisam na idade certa.
• O Ideb indica a qualidade do ensino do seu estado, do seu município e da escola do seu filho.
• O Ideb aponta quais escolas precisam de investimentos e cobra resultados.
• O Ideb estabelece metas para 46 mil escolas públicas do país, estipuladas de acordo com o patamar individual.
• O Ideb revela iniciativas de sucesso em ensino para os responsáveis pelas escolas deficitárias.
• O Ideb ajuda prefeitos e governadores a radiografar as escolas problemáticas e promissoras de sua rede.
• Quem tem filhos em escola particular também precisa saber o que é Ideb. Educação pública de qualidade é responsabilidade de todos!
Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/
quinta-feira, 3 de março de 2011
Notícia importante: UFPB tem 72% dos professores doutores da Paraíba

Comparativamente com o Censo do Ensino Superior de 2009 realizado pelo Ministério da Educação através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (MEC/INEP), a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a dados de 2010, tem 72% dos professores doutores da Paraíba entre as Instituições Federais de Ensino Superior do Estado (IFES).
Segundo levantamento do INEP intitulado Dimensão Acadêmico-Administrativa em 2009, o Estado da Paraíba tem 1.650 professores doutores. Destes, de acordo com dados disponibilizados por Aline Lucena, da Divisão de Planejamento e Carreira da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), 1.188 pertencem à Universidade Federal da Paraíba, o que corresponde a 72% do total.
Já em relação ao número de vagas ofertadas no vestibular, a UFPB aparece com 61,15% do total da oferta na Paraíba, ainda segundo dados da Progep relativos ao ano de 2010. Enquanto o INEP aponta, dados de 2009, 11.475 vagas ofertadas entre as IFES da Paraíba, 7.017 são ofertadas pela UFPB.
Maior número de professores
Além de ter o maior número de professores doutores e a maior oferta de vagas no vestibular, a UFPB tem igualmente o maior número de professores das IFES da Paraíba.
Enquanto o levantamento de 2009 do INEP aponta 3.556 professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Paraíba, a UFPB detêm, sozinha, 57,28% destes ou, mais precisamente, 2.037 professores.
Maior número de alunos de graduação matriculados
Também em número de alunos de graduação matriculados, a UFPB detêm a maior fatia entre as Instituições Federais de Ensino Superior da Paraíba.
No geral, segundo ainda dados de 2009 coletados pelo MEC/INEP, existem 35.328 alunos de graduação matriculados nas IFES da Paraíba, enquanto que somente na UFPB são aproximadamente 25.000 alunos de graduação matriculados, o que corresponde a 70,77%.
Essa é a UFPB que conheço. Com muito prestígio e definições que ajudam o aluno a ser um cidadão competente. Por isso essa grande Instituição de ensino tem o meu voto de confiança. Não é em vão que faço Letras e Pedagogia aqui nessa família maravilhos.
Parabéns UFPB
Fonte: Agência de Notícias da UFPB- Fernando Caldeira
quarta-feira, 2 de março de 2011
Alguns países ricos investem 71% a mais no ensino fundamental a mais que o Brasil.....ah o brasil!
Embora venha aumentando o investimento, o Brasil ainda gasta pouco em Educação se comparado a países desenvolvidos. Relatório divulgado ontem pela Unesco (braço da ONU para Educação) mostra que o Estado brasileiro investe US$ 1.598 (R$ 2.659) por ano em cada estudante dos quatro primeiros anos do ensino fundamental. É menos de um terço (28,76%) dos US$ 5.557 (R$ 9.246) investidos por países desenvolvidos. Os dados são de 2007, e a comparação considera o poder de compra das moedas. Em reais, números do Inep (instituto ligado ao Ministério da Educação) mostram que o investimento público por aluno nessa etapa de ensino foi de R$ 2.761 em 2008.
Apesar de baixo se comparado ao mundo desenvolvido, o valor cresceu nos últimos anos e está 102% maior do que em 2000. Em números gerais, o Brasil gasta um montante similar aos países ricos em Educação: 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto), de acordo com o relatório. Mas, como muitas vezes tem o PIB menor ou mais estudantes, o gasto por aluno acaba ficando pequeno.
88º
O documento mostra também que o Brasil continua no 88º lugar no ranking de desenvolvimento educacional, atrás de países mais pobres, como Bolívia e Equador.
Nas primeiras colocações, estão Japão, Reino Unido e Noruega. A lista leva em conta quatro pontos: matrículas no ensino primário, taxa de analfabetismo, igualdade de gênero naEducação e percentual de alunos que chegam ao 5º ano (no caso do Brasil, foi considerado o quarto ano).
Caso só os três primeiros fossem considerados, o país estaria na lista de alto desenvolvimento educacional, mas cai posições devido ao último O relatório não diz qual é o percentual de alunos que chegam ao 5º ano. Cita que o índice é o mesmo do documento de 2010 (0,756), que correspondia a 75,6%. O dado, porém, se referia a 2004.
NÚMEROS DEFASADOS
O ministro Fernando Haddad (Educação) disse que irá estudar o documento da Unesco, mas afirmou que é preciso fazer a ressalva de que relatórios internacionais muitas vezes utilizam dados defasados.
Fonte: Folha de São Paulo (SP)
terça-feira, 1 de março de 2011
Infelizmente o Brasil fica no 88º lugar em ranking de educação da Unesco
O Brasil manteve a mesma posição do ano passado e ficou no 88º lugar de 127 no ranking de educação feito pela Unesco, o braço da ONU para a cultura e educação. Com isso, o país fica entre os de nível "médio" de desenvolvimento na área, atrás de Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia.
A classificação foi feita a partir de um índice criado para medir o desempenho das nações em relação a metas de qualidade para 2015 estabelecidas na Conferência Mundial de Educação de Dacar, em 2000.
Entre os objetivos a serem atingidos estão ampliar a educação infantil, universalizar o ensino primário, combater as desigualdades de gênero na área e melhorar a qualidade.
O "Relatório de Monitoramento Global", lançado nesta terça-feira em Nova York, mostra como cada país está se saindo em relação a esses objetivos. O programa de combate ao analfabetismo no Brasil é apontado como um exemplo, embora o país tenha cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, e os dados mostram que o país é um dos que mais aumentou seus investimentos em educação.
Por outro lado, o documento mostra que o país ainda tem muitas crianças fora da escola (cerca de 600 milhões) e que esse número pode subir se a inclusão não for acelerada.
CONFLITOS ARMADOS
O documento da Unesco trata ainda de conflitos armados e mostra que eles tiram 28 milhões de crianças das salas de aula. A situação é agravada porque 21 países gastam mais com a área militar do que com o ensino primário. O texto defende também uma maior ajuda das nações desenvolvidas para combater o problema.
Fonte: http://www.clickpb.com.br/
A classificação foi feita a partir de um índice criado para medir o desempenho das nações em relação a metas de qualidade para 2015 estabelecidas na Conferência Mundial de Educação de Dacar, em 2000.
Entre os objetivos a serem atingidos estão ampliar a educação infantil, universalizar o ensino primário, combater as desigualdades de gênero na área e melhorar a qualidade.
O "Relatório de Monitoramento Global", lançado nesta terça-feira em Nova York, mostra como cada país está se saindo em relação a esses objetivos. O programa de combate ao analfabetismo no Brasil é apontado como um exemplo, embora o país tenha cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, e os dados mostram que o país é um dos que mais aumentou seus investimentos em educação.
Por outro lado, o documento mostra que o país ainda tem muitas crianças fora da escola (cerca de 600 milhões) e que esse número pode subir se a inclusão não for acelerada.
CONFLITOS ARMADOS
O documento da Unesco trata ainda de conflitos armados e mostra que eles tiram 28 milhões de crianças das salas de aula. A situação é agravada porque 21 países gastam mais com a área militar do que com o ensino primário. O texto defende também uma maior ajuda das nações desenvolvidas para combater o problema.
Fonte: http://www.clickpb.com.br/
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