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sábado, 6 de agosto de 2011

Faltas por motivos de saúde custam R$ 2 bi à educação

Estimativa se refere a gastos com faltas e licenças de professores e funcionários da rede estadual; cerca de 20% se ausentam por ano
As faltas e licenças por motivos de saúde dos professores e funcionários da rede estadual de São Paulo custam, anualmente, uma média de R$ 2 bilhões aos cofres do governo. Aproximadamente 20% da força de trabalho contratada da Secretaria Estadual de Educação esteve ausente, durante o período letivo, por razões relacionadas à saúde.

As constatações estão na pesquisa "Faltas e licenças médicas: o absenteísmo na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo", dissertação de mestrado de Mário Augusto Porto publicada no fim de julho. Ele utilizou todo o banco de dados da pasta, que reúne informações de todas as 91 diretorias de ensino, entre maio de 2008 e julho de 2009.

"O valor de R$ 2 bilhões é uma estimativa em cima da folha de pagamento da secretaria, que custa em torno de R$ 10 bilhões", afirma Porto.

Em 2008, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que limita em até seis por ano o número de faltas dos servidores estaduais para consultas médicas.

O estudo também constatou que os afastamentos por motivos de saúde se concentram nos meses letivos - em janeiro, por exemplo, quase não há faltas e licenças registradas. Para Porto, o maior prejuízo é pedagógico.

"O aprendizado do aluno também se dá pelo vínculo que ele constrói com o professor, que deve estar ali, presente", explica. "Além disso, os investimentos feitos com a formação continuada dos docentes podem ser perdidos, porque são chamados substitutos de fora da rede para cobrir as aulas dos afastados."

Para Rosemeire Reis da Silva, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialista no ofício docente, a questão das faltas é complexa. "Por um lado, há o prejuízo pedagógico, porque o aluno precisa do vínculo com o professor e a continuidade do trabalho fica comprometida", explica. "Mas não se pode culpar o profissional. Há muitos estudos sobre o mal-estar docente, que mostram que eles não se sentem valorizados nem reconhecidos."

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação afirma que tem implementado ações para melhorar as condições de trabalho e reduzir o absenteísmo. A pasta destaca ações preventivas, como o programa São Paulo Educação com Saúde, cujo objetivo é "promover a saúde dos professores e realizar o diagnóstico precoce dos servidores". O programa tem um investimento de R$ 27 milhões e deve beneficiar, em sua primeira etapa, 65 mil funcionários. A secretaria afirma também que oferece suporte para profissionais que apresentam algum problema de saúde.

Doenças. Segundo Porto, a maior parte das faltas e licenças por motivos de saúde são motivadas por problemas psiquiátricos. "Estudos mostram que as principais causas de afastamentos por motivos de saúde são por transtornos mentais, seguidos por doenças relacionadas a dores musculares", explica.

A advogada Andreia dos Santos Luiz, que atua no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), concorda. "Isso ocorre especialmente por conta das pressões, ritmo de trabalho e falta de valorização que os docentes enfrentam", afirma.

Professores que já se afastaram do trabalho por motivos de saúde concordam. "A qualidade de vida do professor mudou muito nos últimos anos. São muitas frustrações", afirma o professor de ciências José Andrade, de 43 anos, há 22 na rede. Atualmente, ele leciona, mas já ficou afastado por causa de depressão.

Fonte:http://gazetaweb.globo.com

Professores da rede municipal recebem instrução para a Prova Brasil


Alunos da 4ª e 8ª série, respectivamente 5º e 9º ano da rede municipal, vão participar em novembro da Prova Brasil. Um teste que avalia a qualidade do ensino oferecido pelo Sistema Educacional Brasileiro. Em função disso, professores da rede estão sendo capacitados para inserir na prática das aulas o mesmo método exigido no teste, que contempla as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. A formação aconteceu na quinta-feira (4), na Secretaria Municipal de Educação (Semed) e reuniu educadores de 32 escolas de série finais.
Inicialmente, os professores conheceram os descritores cobrados na prova. Neles, estão propostos o sistema de prova que traz conteúdos elaborados, visando ao domínio da leitura e da interpretação, no caso da Língua Portuguesa, e raciocínio, nos problemas de Matemática. As formações serão realizadas quinzenalmente e visam capacitar os professores da rede.
De acordo com formador de Língua Portuguesa, Paulo Roberto de Souza, o objetivo é ensinar e apresentar aos professores do 5º e do 9º ano como a prova é aplicada, mostrar os itens do exame, e a maneira de como a Língua Portuguesa e a Matemática serão abordadas. Paulo Roberto explica que os alunos possuem muita dificuldade em responder a prova, por isso “a formação visa instruir os professores para utilizar o mesmo método aplicado na prova Brasil, para que isso possa ser inserido na metodologia das aulas”.
O método antes utilizado pelos professores dificulta as respostas dos estudantes na prova, uma vez que eles não conseguem compreender a didática usada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) responsável pela elaboração do exame, o que acaba causando baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Com isso, a ideia é melhorar o desempenho dos estudantes na prova e dar um salto positivo no Ideb.
Se o Português exige o domínio da leitura, a Matemática não é diferente. “Os alunos também encontram bastante dificuldade”, comenta o formador de Matemática, Romário Araujo Mendes. A proposta, segundo ele, é trabalhar uma didática mais compreensível, mais atraente para os alunos. “Nessa formação o objetivo é trabalhar com os professores a elaboração de questões semelhantes às cobradas na prova”, afirma Romário.



terça-feira, 2 de agosto de 2011

ATENÇÂO ! UFPB está entre as melhores universidades da América Latina


 

A Universidade Federal da Paraíba aparece na 51ª posição entre as 100 melhores universidades de ensino superior da América Latina,segundo ranking divulgado pela Webometrics Ranking Web of World Universities, instituto internacional de avaliação.

A UFPB superou no ranking outros centros tradicionais como o de Santa Catarina, o de Santiago do Chile e até da tradicional Universidade de Havana.

O ranking é divulgado duas vezes por ano - em janeiro e julho - e cobre mais de 20 mil instituições de ensino superior de todo o mundo. O relatório leva em conta o desempenho global e a visibilidade das instituições na web, incluindo indicadores de pesquisa e qualidade de estudantes e professores, levando em conta seu compromisso com o ensino, os resultados das pesquisas e suas relações com outros setores da sociedade.

A ideia do ranking é motivar as instituições e pesquisadores a estarem presentes na web, divulgando com precisão suas atividades. Além disso, de acordo com a organização do  ranking, se o desempenho da universidade na web estiver abaixo da posição esperada em função da excelência acadêmica, deveria haver um esforço maior por parte da universidade na divulgação das publicações no âmbito online.

A UFPB está mais do que duplicando a sua dimensão acadêmica de 2005 para 2011. É o seu maior processo de expansão e reestruturação, desde a sua criação, em 1955. No ensino de graduação, o número de cursos aumentou de 50 para 104, as vagas para novos integrantes passaram de 3.700 para 8.100 e o número de alunos matriculados de 18.759 para 29.629.

No ensino de pós-graduação, o número de cursos de mestrado aumentou de 32 para 50 e o de cursos de doutorado de 12 para 28. O número de alunos de mestrado aumentou de 1.414 para 2.993 e o de alunos de doutorado de 470 para 1.290.

A melhoria acadêmica da UFPB é incontestável. Nas avaliações do ensino superior, o MEC utiliza o IGC (Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição), que vai de 1 a 5. No Nordeste, somente as UFPB, UFCG, UFPE, UFCE, UFPB e UFRN têm IGC igual a 4.

Na pós-graduação, mais de 60% dos cursos de mestrado e doutorado, em conjunto, obtiveram conceitos do sistema MEC/CAPES acima da nota média, que é 3 para os mestrados e 4 para os doutorados. A pesquisa e a produção científica da UFPB são muitos bem referidas nacional e internacionalmente.

" P.S  È por isso que eu prefiro a UFPB"


 

Texto e foto: UFPB (assessoria)/Clickpb



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Dia dos Pais - No Brasil e no Mundo

Dia dos Pais
No Brasil e no Mundo
Cada povo, cada nação tem suas tradições para comemorar o Dia dos Pais, aqui no Brasil o segundo domingo de agosto é a data, mas outros países tem datas distintas para agradecer aos pais pelo dom da vida.
O dia do Pai no Brasil, foi importado pelo publicitário Sylvio Bhering. Instituido no dia 14 de Agosto de 1953, período que coincidiu com o dia de São Joaquim, patriarca da família, atualmente é comemorado no 2º domingo do mês de agosto, sendo a data brasileira diferente da americana e européia.

Abaixo o Dia dos Pais comemorado em outros países:


Alemanha
Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia na mesma data que Jesus Cristo ressuscitou. Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

Argentina
A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

Austrália
A data é comemorada no segundo domingo de setembro. E a comemoração é igual ao do Brasil, com direito a muita publicidade.

Canadá
O Dia dos Pais canadente é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, costuma ser uma data mais comercial.

Grécia
Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

Paraguai
A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

Peru
O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

Portugal
A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

Reino Unido
No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

Rússia
Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, a chamada data "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).

África do Sul
A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

"Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai." (Sigmund Freud).
 

Rotina ?

ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

1. Leitura compartilhada

- O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.

2. Roda de conversa

- Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.


3. Agenda

- Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.

4. Atividades de leitura

- Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.
5. Atividades de escrita

- Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.

6. Atividade móvel

- Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.
7. Atividade de casa

- A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.


Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.
 
Fonte: tatiana-alfabetizacao.blogspot.com