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domingo, 6 de março de 2011

Governo de Ricardo Coutinho tem o que falar: "professores da UEPB podem fazer greve"

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB) decidiu, durante Assembleia Geral realizada no Auditório da Faculdade de Administração e Contábeis, que se até o próximo dia 15 o governo do estado não se pronunciar sobre o contingenciamento dos duodécimos da UEPB dos meses de janeiro e fevereiro de 2011 uma greve poderá ser deflagrada.

O SINTESPB também seguiu a mesma orientação com acréscimo de nota de protesto à Administração Central devido a não negociação. Durante a Assembleia as seguintes deliberações foram aprovadas.

1 – Encaminhar Nota de Protesto ao Governo do Estado devido ao contingenciamento dos duodécimos da UEPB dos meses de janeiro e fevereiro de 2011;

2 – Exigir posição do Conselho Universitário sobre o contingenciamento dos duodécimos da UEPB dos meses de janeiro e fevereiro de 2011;

3 – Unir com as entidades DCE e SINTESPB e convocar o fórum de defesa da Autonomia da UEPB para o dia 15/03/11;

4 – Lutar pela efetivação do Concurso Público e contra a precarização do trabalho / não à contratação dos substitutos nos critérios atuais de superexploração da jornada de trabalho e de baixos salários;

5 – Realizar campanha de Valorização do Professor(a);

6 – Realizar campanha em defesa dos Direitos dos(as) Aposentados(as) e pela paridade salarial em todas negociações da ADUEPB, com garantia de negociação com a PBprev do reajuste acordado;

7 – Reafirmar a luta em defesa da Pauta Salarial aprovada em Assembléia Geral do dia 10/12/10 com prioridade para PISO SALARIAL E REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO DE 2010;

8 – Mobilização e visita do Sindicato nos Centros, Departamentos e Campi;

9 – Unificar a luta com os demais setores da educação pública Federal/ Estadual/Municipal e garantir a criação do FÓRUM em defesa do Ensino Público de Qualidade;

10 – Realizar Ciclos de Debates sobre: Educação à Distância- EAD; Processos de Expansão do Ensino Superior; Orçamento Público, Encargos Docentes, Precarização do Trabalho e Produtividade;

11 – Reunir com os Chefes de Departamentos sobre os Encargos Docentes e condições de trabalho no interior da UEPB;

12 – Convocar o Encontro dos Aposentados para discutir as questões sobre Direitos Previdenciários, Reajustes Salariais e Políticas de artes, cultura e lazer em março de 2011;

13 – Convocar Nova Assembléia Geral após reuniões ou audiências com o governador, secretários, Reitoria , assim como realizar visitas nos Centros e nos Campus da UEPB.
                                               


Fonte: Da Redação com Assessoria
ClickPB

Brincadeira para crianças. Assistam o vídeo.

sexta-feira, 4 de março de 2011

IDEB dá pista do que rever no projeto estratégico da escola

ENTENDA MAIS SOBRE O IDEB AQUI

                                      

No Brasil, toda escola pública de educação básica tem uma nota de 0 a 10, que é chamada de Ideb, sigla de Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Esse indicador foi criado pelo Ministério da Educação (MEC) para medir a qualidade do ensino nos municípios, nos estados e nas escolas do Brasil. A cada dois anos, o MEC divulga uma nova leva de notas, desde 2007.

Analisando os resultados do Ideb, a escola encontra pistas do trabalho que precisa aprofundar e o que precisa rever em seu projeto estratégico de ensino, ao lado de outros instrumentos de análise do desempenho escolar.

Segundo o site Educar para Crescer:
• Para uma escola ser considerada de bom nível, ela precisa ter uma nota igual ou superior a 6. Infelizmente, a maioria das escolas brasileiras ainda está longe dessa nota.

O resultado mais recente aponta a média de 4,2 para as séries iniciais do Ensino Fundamental e 3,8 para as últimas séries do Ensino Fundamental.

A meta é que em 2022 a média do Brasil seja igual ou superior a 6.

O Ideb revela se os alunos de escola pública estão aprendendo o que precisam na idade certa.

O Ideb indica a qualidade do ensino do seu estado, do seu município e da escola do seu filho.

O Ideb aponta quais escolas precisam de investimentos e cobra resultados.

O Ideb estabelece metas para 46 mil escolas públicas do país, estipuladas de acordo com o patamar individual.

O Ideb revela iniciativas de sucesso em ensino para os responsáveis pelas escolas deficitárias.

O Ideb ajuda prefeitos e governadores a radiografar as escolas problemáticas e promissoras de sua rede.

Quem tem filhos em escola particular também precisa saber o que é Ideb. Educação pública de qualidade é responsabilidade de todos!

 


Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/

quinta-feira, 3 de março de 2011

Notícia importante: UFPB tem 72% dos professores doutores da Paraíba


Comparativamente com o Censo do Ensino Superior de 2009 realizado pelo Ministério da Educação através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (MEC/INEP), a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a dados de 2010, tem 72% dos professores doutores da Paraíba entre as Instituições Federais de Ensino Superior do Estado (IFES).

Segundo levantamento do INEP intitulado Dimensão Acadêmico-Administrativa em 2009, o Estado da Paraíba tem 1.650 professores doutores. Destes, de acordo com dados disponibilizados por Aline Lucena, da Divisão de Planejamento e Carreira da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), 1.188 pertencem à Universidade Federal da Paraíba, o que corresponde a 72% do total.

Já em relação ao número de vagas ofertadas no vestibular, a UFPB aparece com 61,15% do total da oferta na Paraíba, ainda segundo dados da Progep relativos ao ano de 2010. Enquanto o INEP aponta, dados de 2009, 11.475 vagas ofertadas entre as IFES da Paraíba, 7.017 são ofertadas pela UFPB.

Maior número de professores

Além de ter o maior número de professores doutores e a maior oferta de vagas no vestibular, a UFPB tem igualmente o maior número de professores das IFES da Paraíba.

Enquanto o levantamento de 2009 do INEP aponta 3.556 professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Paraíba, a UFPB detêm, sozinha, 57,28% destes ou, mais precisamente, 2.037 professores.

Maior número de alunos de graduação matriculados

Também em número de alunos de graduação matriculados, a UFPB detêm a maior fatia entre as Instituições Federais de Ensino Superior da Paraíba.
No geral, segundo ainda dados de 2009 coletados pelo MEC/INEP, existem 35.328 alunos de graduação matriculados nas IFES da Paraíba, enquanto que somente na UFPB são aproximadamente 25.000 alunos de graduação matriculados, o que corresponde a 70,77%.

Essa é a UFPB que conheço. Com muito prestígio e definições que ajudam o aluno a ser um cidadão competente. Por isso essa grande Instituição de ensino tem o meu voto de confiança. Não é em vão que faço Letras e Pedagogia aqui nessa família maravilhos.


Parabéns UFPB
 

Fonte: Agência de Notícias da UFPB- Fernando Caldeira

quarta-feira, 2 de março de 2011

Alguns países ricos investem 71% a mais no ensino fundamental a mais que o Brasil.....ah o brasil!

Embora venha aumentando o investimento, o Brasil ainda gasta pouco em Educação se comparado a países desenvolvidos. Relatório divulgado ontem pela Unesco (braço da ONU para Educação) mostra que o Estado brasileiro investe US$ 1.598 (R$ 2.659) por ano em cada estudante dos quatro primeiros anos do ensino fundamental. É menos de um terço (28,76%) dos US$ 5.557 (R$ 9.246) investidos por países desenvolvidos.

Os dados são de 2007, e a comparação considera o poder de compra das moedas. Em reais, números do Inep (instituto ligado ao Ministério da Educação) mostram que o investimento público por aluno nessa etapa de ensino foi de R$ 2.761 em 2008.

Apesar de baixo se comparado ao mundo desenvolvido, o valor cresceu nos últimos anos e está 102% maior do que em 2000. Em números gerais, o Brasil gasta um montante similar aos países ricos em Educação: 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto), de acordo com o relatório. Mas, como muitas vezes tem o PIB menor ou mais estudantes, o gasto por aluno acaba ficando pequeno.

88º
O documento mostra também que o Brasil continua no 88º lugar no ranking de desenvolvimento educacional, atrás de países mais pobres, como Bolívia e Equador.

Nas primeiras colocações, estão Japão, Reino Unido e Noruega. A lista leva em conta quatro pontos: matrículas no ensino primário, taxa de analfabetismo, igualdade de gênero naEducação e percentual de alunos que chegam ao 5º ano (no caso do Brasil, foi considerado o quarto ano).

Caso só os três primeiros fossem considerados, o país estaria na lista de alto desenvolvimento educacional, mas cai posições devido ao último O relatório não diz qual é o percentual de alunos que chegam ao 5º ano. Cita que o índice é o mesmo do documento de 2010 (0,756), que correspondia a 75,6%. O dado, porém, se referia a 2004.

NÚMEROS DEFASADOS
O ministro Fernando Haddad (Educação) disse que irá estudar o documento da Unesco, mas afirmou que é preciso fazer a ressalva de que relatórios internacionais muitas vezes utilizam dados defasados.

 
Fonte: Folha de São Paulo (SP)