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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vera Fischer lança série de romance e dispara: 'detesto escrever para gente pobre'


A atriz Vera Fischer lança este mês uma série com dez livros e cada um terá o nome de uma mulher. Na estreia da coleção de romances, "Serena", que de acordo com ela, é "vibrante".

Os livros trazem trechos autobiográficos, mas Vera não revela quais são: "é segredíssimo", conta a atriz que levou um ano para escrever as dez obras, conforme informou o jornal "Folha de S. Paulo".

Ao descrever os personagens dos livros, a atriz confessa que gosta de escrever para gente rica, pois segundo ela, a vida deles é mais interessante. "Eu não sei escrever pra gente pobre. Eu detesto. Cada livro tem pelo menos uma viagem ao exterior", contou.




O que será que ela quis dizer com isso?

As aulas para as escolas do Estado só começa 14 de fevereiro.

O início do ano letivo para a rede estadual de ensino foi adiado para o dia 14 de fevereiro. Segundo o secretário da Educação, Fernando Abath, este adiamento será necessário devido ao recadastramento dos servidores que trabalham em regime de prestação de serviço nas escolas do Estado.

“Ao identificarmos que 424 escolas, de 1.036, dependem quase que exclusivamente de prestadores de serviço e também em razão do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado entre o Governo do Estado e o Ministério Público, que determina o recadastramento daqueles prestadores de serviço essenciais,
Os gerentes das 12 regionais de educação do Estado estão realizando o recadastramento destes servidores para identificar o número exato de prestadores de serviço existentes no Estado. De acordo com o secretário, as informações contidas no recadastramento são importantes, pois através delas será possível diagnosticar a situação das escolas em relação a seus servidores.

Deverão ser mantidos os servidores que trabalham em regime de prestação de serviço há mais de dois anos, conforme o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Governo e o MP.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Atenção professores: UEPB abre inscrições para contratação



A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) abriu inscrições para contratação de professores. O Departamento de Letras e Artes (DLA), do Centro de Educação (CEDUC), publicou edital de Processo Seletivo Simplificado para o preenchimento de cinco vagas referentes à contratação de professores substitutos para o Curso de Letras. O Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA), do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), vai realizar Processo Seletivo objetivando preenchimento de duas vagas para contratação de professor, com prazo determinado.

As inscrições para o processo seletivo para professor substituto para o Curso de Letras estão abertas até 31 de janeiro, das 8h às 11h, na Secretaria do Departamento, localizada na Avenida Floriano Peixoto, 1461, Centro de Campina Grande. As vagas são para as matérias de Língua Espanhola, sendo quatro em regime de trabalho T-40 e uma em regime de trabalho T-20. O prazo de validade do processo seletivo é de seis meses, a contar da homologação dos resultados, de acordo com as necessidades e/ou conveniências institucionais.

O requisito básico para o candidato é ser graduado em Letras Espanhol. Caso o interessado não detenha esse título, pode concorrer à vaga se for graduado em Letras, quaisquer habilitações, e também se apresentar documento comprobatório de conclusão de Curso de Especialização em Língua/Literatura Espanhola/Hispânica emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e cuja carga horária não seja inferior a 360 horas.

Para as inscrições, os candidatos deverão apresentar Curriculum Vitae, acompanhado de documentação comprobatória dos Títulos Acadêmicos, da produção científica e da experiência profissional; cópia de identidade (RG), CPF e título de eleitor; comprovante de quitação de obrigações eleitorais e certificado do serviço militar para candidatos do sexo masculino (autenticados); e cópia do comprovante de inscrição (boleto bancário gerado no sistema da UEPB). Outras informações podem ser obtidas através do telefone (83) 3322-2637.

Já para o Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, o processo seletivo será destinado ao preenchimento de duas vagas de professor. Uma delas é direcionada a componentes curriculares da área de Processos Químicos e Operações Unitárias e a outra a componentes curriculares da área de Planejamento, Monitoramento e Gestão Ambiental.

As inscrições podem ser feitas a partir desta quarta-feira (26) até 1° de fevereiro, das 8h às 11h30, na Secretaria do Departamento, à Rua Juvêncio Arruda, S/N, localizada no bairro de Bodocongó, em Campina Grande.

Os documentos exigidos são comprovação dos títulos acadêmicos (Graduação e Pós-Graduação) dos quais o candidato é portador; fotocópia da cédula de identidade, título de eleitor, CPF, comprovação de quitação de obrigações eleitorais e certificado do serviço militar (para candidatos do sexo masculino); e uma via do Currículum Lattes e da respectiva documentação comprobatória.

Os editais completos estão no site www.uepb.edu.br.



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A educação no Brasil precisa melhorar, e muito!

Em 2010, o índice Ideb mostrou que, o estudante que completa o Ensino Fundamental em uma escola particular sabe, em média, mais do que um aluno formado no Ensino Médio público, apesar dos três anos de estudo que os separam.



Infelizmente pudemos constatar que metade dos estudantes que estão cursando o último ano do 1º ciclo do Ensino Fundamental no Brasil pode ser considerada analfabeta funcional e quase um quarto dos que concluem o Ensino Médio sai da escola sem ter se apropriado de saberes escolares básicos. Esses dados, já esperados, foram evidenciados recentemente pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Somado o resultado do Saeb à taxa de rendimento escolar que mede aprovação e evasão e ao desempenho dos alunos na Prova Brasil (exame federal que avalia a qualidade da educação pública), obtém-se o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Em 2010, o índice mostrou que, apesar de a distância na qualidade do ensino entre a rede pública e a privada ter diminuído nos últimos anos, o estudante que completa o Ensino Fundamental em uma escola particular sabe, em média, mais do que um aluno formado no Ensino Médio público, apesar dos três anos de estudo que os separam.
Já o Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), que monitora o desempenho do ensino em todo o mundo, avaliando alunos com 15 anos de idade, traz dados mais preocupantes. Dos alunos que chegam à 4ª série/5º ano do Ensino Fundamental no Brasil, só 25% aprendem matemática nos níveis mínimos esperados, porcentagem que despenca para 10% no 3º ano do Ensino Médio.
A despeito desses dados alarmantes, foi noticiado pela mídia que 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal não têm plano estadual de Educação – mesmo sendo previsto em lei –, segundo recente estudo da ONG Ação Educativa. Isso significa que eles não estabeleceram ou não legalizaram metas consolidadas para direcionar as políticas públicas.
E quais são os caminhos para se reverter esse quadro? Podemos vislumbrar cinco, que se complementam:
  • 1) continuar a melhoria da distribuição de renda;
  • 2) fortalecer políticas de valorização docente;
  • 3) investir na qualidade e ampliação da educação infantil,
  • 4) promover formação continuada para professores e gestores
  • 5) optar por materiais e recursos didáticos que vão ao encontro de uma aprendizagem significativa, que possibilitem ao aluno do ensino público uma formação adequada às demandas desta época.
Um estudo da Fundação Lemann comprovou, há alguns meses, a eficiência do uso de materiais didáticos estruturados em escolas municipais e estaduais de São Paulo. As escolas que adotaram esse tipo de material em 2005 viram as notas de seus alunos aumentarem consideravelmente em Língua Portuguesa e Matemática, na Prova Brasil, em relação às demais escolas.
Materiais didáticos estruturados (ou “sistemas de ensino”) são cadernos, de uso individual, que organizam o currículo da escola e os conteúdos das disciplinas. Podem ainda orientar os professores e acompanhar o desempenho dos estudantes, o que otimiza o aproveitamento do tempo em sala de aula, favorece o estudo do aluno em casa e incrementa o domínio do conteúdo pelo professor.
Isso porque um sistema estruturado de ensino se configura como um conjunto de soluções que vão além do material didático. Ele inclui, por exemplo, tecnologias educacionais, portal educativo, formação continuada de professores, avaliação e acompanhamento da aprendizagem do aluno, entre outras, que, juntas, resultarão em melhor desempenho escolar.
Em educação, não há uma solução milagrosa para tudo. É preciso combinar diferentes alternativas e esforços. Sem a cooperação do poder público – gerando políticas eficazes –, da iniciativa privada – produzindo conteúdos de qualidade para alunos de todas as classes sociais – e das associações de classe – auxiliando na formação continuada –, permaneceremos chorando sobre o leite derramado. Ou melhor, sobre os tristes índices da nossa educação.
Por Francisca Romana Giacometti Paris, diretora pedagógica do Agora Sistema de Ensino e do Ético Sistema de Ensino, pedagoga, mestre em educação e ex-secretária de Educação de Ribeirão Preto (SP).

Editado por Kamylla

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que é o Salário Educação?

O salário-educação, instituído em 1964, é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações voltados para o financiamento da educação básica pública. Também pode ser aplicada na educação especial, desde que vinculada à educação básica.
A contribuição social do salário-educação está prevista no artigo 212, § 5º, da Constituição Federal, regulamentada pelas leis nºs 9.424/96, 9.766/98, Decreto nº 6003/2006 e Lei nº 11.457/2007. É calculada com base na alíquota de 2,5% sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais, e é arrecadada, fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda (RFB/MF).
São contribuintes do salário-educação as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social, entendendo-se como tal qualquer firma individual ou sociedade que assuma o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, sociedade de economia mista, empresa pública e demais sociedades instituídas e mantidas pelo poder público, nos termos do § 2º, art. 173 da Constituição.
São isentos do recolhimento da contribuição social do salário-educação:
  • a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, suas respectivas autarquias e fundações;
  • as instituições públicas de ensino de qualquer grau;
  • as escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas devidamente registradas e reconhecidas pelo competente órgão de educação, e que atendam ao disposto no inciso II do artigo 55 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;
  • as organizações de fins culturais que, para este fim, vierem a ser definidas em regulamento; e
  • as organizações hospitalares e de assistência social, desde que atendam, cumulativamente, aos requisitos estabelecidos nos incisos I a V do artigo 55 da Lei nº 8.212/1991.