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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Frente Parlamentar da Educação discute o papel do professor

A Frente Parlamentar Mista da Educação promoverá na quarta-feira (14) uma palestra para discutir os desafios do Brasil na educação para os próximos anos. O palestrante será o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), que vai abordar o papel do professor.
Chalita já publicou 54 livros; é doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, mestre em Direito e em Ciências Sociais. Foi ainda secretário de Educação do Estado de São Paulo.
Facilitador
O Brasil tem mais de 2,3 milhões de professores que atuam desde a educação infantil até o ensino superior. “Hoje a gente se refere ao professor mais como um instigador do que como um facilitador, porque o aluno já traz potenciais que precisam ser desenvolvidos. O professor tem que ajudar esse aluno a explorar esse potencial”, afirmou o deputado.

Para Chalita, a situação educacional brasileira não é boa porque o País demorou a priorizar essa área. Prova disso, segundo ele, é que o Brasil é uma das 10 maiores potências econômicas do mundo, mas ocupa a 70ª posição nas avaliações internacionais de educação. “Quando se discute o tema educação, a ideia é fazer uma avaliação de como o Brasil está hoje nesse setor e o que podemos fazer para que possamos ter orgulho da educação que damos aos nossos filhos”, declarou.

O coordenador da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), reforça que o objetivo dos debates promovidos pelo grupo é fazer com que o tema esteja sempre no foco dos parlamentares. “Nossa ideia é fazer com que esse assunto seja discutido em todas as comissões”, afirmou.

A palestra será realizada às 9 horas, no Plenário 12.
Reportagem - Ginny Morais / Rádio Câmara
Edição – Jaciene Alves

Educar na Fé




"Eu não sou digno"  
Lc 7,1-10Quando Jesus acabou de dizer essas coisas ao povo, foi para a cidade de Cafarnaum. Havia ali um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito. O empregado estava gravemente doente, quase morto. Quando o oficial ouviu falar de Jesus, enviou alguns líderes judeus para pedirem a ele que viesse curar o seu empregado. Eles foram falar com Jesus e lhe pediram com insistência:
- Esse homem merece, de fato, a sua ajuda, pois estima muito o nosso povo e até construiu uma sinagoga para nós.
Então Jesus foi com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial romano mandou alguns amigos dizerem a Jesus:
- Senhor, não se incomode, pois eu não mereço que entre na minha casa. E acho também que não mereço a honra de falar pessoalmente com o senhor. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom. Eu também estou debaixo da autoridade de oficiais superiores e tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Digo para um: "Vá lá", e ele vai. Digo para outro: "Venha cá", e ele vem. E digo também para o meu empregado: "Faça isto", e ele faz.
Jesus ficou muito admirado quando ouviu isso. Então virou-se e disse para a multidão que o seguia:
- Eu afirmo a vocês que nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel!
Aí os amigos do oficial voltaram para a casa dele e encontraram o empregado curado.

domingo, 11 de setembro de 2011

Eliminar o analfabetismo no Brasil: Um compromisso que se deve aceler


Brasília, set 11 (Prensa Latina) Ainda que a presidenta Dilma Rousseff reconheceu que a educação tem que deixar de provocar insônia aos brasileiros e ratificou o compromisso de seu governo com a alfabetização, a verdade é que ainda 15 milhões de pessoas não sabem ler nem escrever.

  Garantir o acesso à educação está indissoluvelmente unido ao exercício pleno da cidadania, respondeu recentemente Rousseff em sua habitual coluna das terças-feiras Conversa com a presidenta, a uma pergunta da leitora Luciene Cavalcante, educadora de Belém, capital do estado de Pará.

À pergunta "por que o governo federal não está mais interessado na educação de jovens e adultos?", a mandatária explicou que nos últimos anos aumentaram consideravelmente os recursos destinados a essa tarefa e que desde 2003 se desenvolve em todo o país o Programa Brasil Alfabetizado, destinado a ensinar a ler e escrever a jovens, adultos e idosos.

De acordo com o Ministério de Educação, esse projeto é desenvolvido em todo o país, mas com atenção prioritária a 1.928 municípios que apresentam taxas de analfabetismo igual ou superior a 25% da população. Do total desses territórios, 90 por cento estão na região Nordeste, que junto à Norte, são as mais atrasadas economicamente no país.

Na resposta à leitora de sua coluna semanal, a mandatária mencionou também o plano Educação de Jovens e Adultos, o qual constitui uma modalidade de ensino nos níveis fundamental e médio, sobretudo da rede pública, para aqueles educandos que não concluíram os cursos na idade apropriada.

Adiantou que o Ministério de Educação elabora um novo programa para a zona rural, que terá como centro o ensino de jovens e adultos e o problema do analfabetismo, que é mais intenso no campo brasileiro.

Mais recentemente, em um pronunciamento à nação com motivo das celebrações do 7 de setembro, Dia da Independência Nacional, Rousseff assegurou que a saúde, a educação e a segurança têm que deixar de ser motivo de insônia para os brasileiros e se converter em motivo de um novo acordar.

"O círculo virtuoso que precisamos implantar em nosso país é o da qualidade dos serviços públicos, pois já implantamos o grande círculo virtuoso do crescimento com inclusão social e distribuição de renda", sublinhou Rousseff.

Destacou que seu governo está ampliando o grande esforço feito pelo governo de Lula no setor educativo e adiantou que até 2014 se criarão quatro novas universidades, 47 extensões (faculdades, campus) universitárias e 208 escolas de educação profissional e técnica.

Indicou que no mês passado foram 912 mil os universitários beneficiados com um programa de ajuda e anunciou que o governo cobrirá as despesas de 75 mil jovens que se irão formar às melhores universidades do mundo.

Destacou que depois da aprovação pelo Congresso, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e o Emprego capacitará oito milhões de brasileiros nos próximos quatros anos.

O PROBLEMA DO ANALFABETISMO

Dados oficiais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios referentes a 2003 e 2009 indicam que a taxa de analfabetismo na população brasileira maior de 15 anos passou de 11,6 a 9,7 por cento entre os dois anos mencionados.

Mas, analistas e especialistas consultados pela imprensa local qualificaram de muito lenta a redução do analfabetismo no país, apesar de um programa específico para atender o assunto, o aumento dos recursos e da mobilização das autoridades estaduais, regionais e municipais. A professora da Universidade de São Paulo Maria Clara Dei Pierro, explicou que "na verdade, os resultados são frustrantes se consideramos as medidas e os esforços realizados. O ritmo da regressão (os que aprendem a ler e escrever) nos últimos anos foi inferior a 0,5 por cento por ano. Se nos movemos a esse ritmo, serão necessárias duas décadas para erradicar o analfabetismo", quando o compromisso oficial é eliminar nesta década, antes de concluir 2016.

Por sua vez, o coordenador do Programa o Brasil Alfabetizado, Jorge Telles, estimou que o Brasil deve celebrar o fato de que, pela primeira vez, a taxa de iletrados ficou abaixo dos dois dígitos, ainda que reconheceu o desafio que significam os 15 milhões de brasileiros que não sabem ler nem escrever, uma cifra que coloca a este imenso país entre os de maior taxa de analfabetismo no continente, apesar de ser, senão o primeiro, entre os de maior desenvolvimento econômico.

Outro fato ao qual refere Dei Pierro é que há uma boa parte da população maior de 15 anos que não é declarada analfabeta, porque tiveram acesso à escola e apresentam um nível rudimentário de leitura e escritura.

Tanto para as autoridades como para os analistas, o problema de erradicar do analfabetismo é complexo e está associado a situação de exclusão social e extrema pobreza, assim como o pouco atrativo que para muitos adultos aprender a ler e escrever.

Daí que o Ministério de Educação está formando comissões intersetoriais para fazer com que o programa seja mais atraente e ao mesmo tempo realizar um trabalho de campo em procura das pessoas iletradas, não esperar que sejam elas as que busquem os centros educativos.

Não obstante as afirmações críticas, ambas partes coincidem e ressaltam a quantidade de projetos, planos e programas criados para melhorar a educação no Brasil, que como bem disse a mandatária, tem que deixar de ser um dos temas que provoca insônia nos habitantes desta imensa nação sul-americana.

Fonte:http://www.prensa-latina.cu/

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Secretaria de Educação lança força-tarefa para superar metas do Ideb

O Ministério da Educação (MEC) aplicará em todo o Brasil, entre os dias 7 e 18 de novembro, a Prova Brasil, que juntamente ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), são avaliações para diagnóstico, em larga escala, desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Têm o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos.
 
As médias de desempenho nessas avaliações subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ao lado das taxas de aprovação nessas esferas.
 
Com a meta definida de sempre buscar a melhoria da qualidade do ensino, a Secretaria Municipal de Educação (SME), criou uma força-tarefa, integrada por alunos, professores, gestores, assessores e pais de alunos. Segundo o secretário municipal, de Educação, Perminio Pinto Filho, a proposta é motivar o engajamento de toda a comunidade escolar em prol da educação, concentrando esforços na reta final para a Prova Brasil e, consequentemente, superar as metas do Ideb.
 
Um calendário de ações foi definido pela SME e será seguido até a data da Prova Brasil, em novembro. Na quinta-feira houve a primeira reunião com os diretores das unidades de ensino. Neste sábado (10-09), às 08 horas, no Hotel Fazenda Mato Grosso será lançada a campanha de motivação dos gestores, professores e alunos do 5º e 9º anos.
 
Na reunião com os diretores de escolas, o secretário Perminio Pinto Filho explicou ser necessário entender que o desempenho do aluno na Prova Brasil é resultado do ensino e aprendizado desenvolvidos ao longo do processo de escolarização. E que a campanha de mobilização não tem a pretensão de resolver em dois meses os possíveis déficits de aprendizado dos alunos. Segundo Perminio a proposta é sim promover a auto estima e motivar os alunos, professores, gestores e pais sempre pensando em intensificar as ações em prol da melhoria do ensino na rede municipal.
 
Uma das metas da força-tarefa da educação é trabalhar no sentido de promover um clima de tranquilidade e otimismo no ambiente escolar. Para isso, estão programados dois simulados, que acontecerão em 20 de setembro e 20 de outubro, seguindo orientação do Ministério da Educação. Na realidade o objetivo é preparar o aluno para a Prova Brasil.
 
Nos testes aplicados no quinto e nono anos do ensino fundamental os estudantes respondem a questões de língua portuguesa, com foco em leitura e matemática, com foco na resolução de problemas. No questionário socioeconômico, os estudantes fornecem informações sobre fatores de contexto que podem estar associados ao desempenho.
Professores e diretores das turmas e escolas avaliadas também respondem a questionários que coletam dados demográficos, perfil profissional e de condições de trabalho.
Fonte:http://www.odocumento.com.br

Os 5 Erros que os Professores Cometem

Indisciplina na Sala de Aula: Os 5 Erros que os Professores Cometem e como Evitá-los

By Roseli Brito
É muito estressante e até emocionalmente doloroso lidar com a ansiedade de ter de enfrentar, todos os dias,  uma turma que você não está certa de poder controlar. O que , de fato, é realmente frustrante nesta situação é: ter responsabilidades a cumprir e não ter as devidas ferramentas para fazer isso.
Lembro bem no início da minha carreira, o sentimento de incapacidade que eu sentia, antes de descobrir as ferramentas certas para combater a indisciplina na sala de aula.  Você se sente insegura, chegando a duvidar da sua competência enquanto Professor. É frustração, misturado com raiva e impotência. É inclusive esse conjunto de sentimentos negativos que levam muitos Professores a desistirem da profissão.
O triste de tudo isso é que, muitos que desistem prosseguem acreditando que falharam na profissão, enquanto que a verdade é que não tinham ferramentas apropriadas para lidar com a questão.
Nos bancos das Universidades ninguém toca nesta questão parece que a única coisa que o Professor tem de fazer é entrar na sala e “dar” aula. Ninguém fala  da falta de educação e desrespeito, ninguém comenta sobre a indisciplina ou violência, ninguém aborda a falta de limites e muito menos, sequer sugere o que fazer quando a situação não está no nosso “script”, chamado Plano de Aula.
Em um roteiro quando é produzido um filme ou peça de teatro, há um “script”, e tudo deve ser feito conforme está escrito e determinado lá. Mas, e na sala de aula, quando nosso “script” não dá conta do nosso dia a dia? O que fazer então ?
Para ser honesta, sempre parecia que todos a minha volta queriam mais era que eu perdesse essa batalha, pois viviam alertando-me acerca do que os pais iriam dizer ou fazer. Na verdade todos estavam mais preocupados em não perder os alunos ou ainda não provocarem a ira dos pais,  do que oferecer o apoio que eu precisava.
Aprendi às duras penas, que tudo o que haviam  dito a respeito de como disciplinar os alunos estava errado pois  não funcionava. Na verdade, a única coisa que eu precisava era que os alunos fossem 100% respeitosos, fizessem as tarefas, e prestassem atenção todas as vezes.
Assim, não importasse a classe social do aluno, seu histórico de comportamento, seu nível de socialização. Uma vez que esse aluno entrasse na minha sala de aula, ele deveria dar conta de suas responsabilidades e cumprir suas tarefas.  Há muitos anos atrás esta afirmação já era utópica, no entanto ainda hoje, para muitos ela ainda é um “delírio” impossível de alcançar.
Hoje é sabido, que mesmo a pior turma, e ainda que  a escola esteja localizada em um meio hostil, este objetivo pode ser alcançado. Não ocorrerá do dia para a noite, será preciso esforço, paciência e principalmente persistência.
A “mágica” ocorre quando você descobre e utiliza  as ferramentas e estratégias apropriadas que tornam todos os alunos mais responsáveis e aplicados. Ao ter em mãos essas novas ferramentas  a sua sala de aula sofre uma transformação porque o seu  jeito de dar aula também muda.
Constatei ao longo da minha carreira que a indisciplina ocorre por uma série de fatores, porém alguns desses fatores era eu mesma que provocava. Isso mesmo ! Não estou aqui eximindo a parte que cabe a família, ao gestor, ao governo, aos astros, seja lá quem for que você queira transferir a culpa, o fato é que tive de dar a mão a palmatória, descer do salto,  humildemente reconhecer esse fato e procurar consertar o que era a minha responsabilidade fazer.
Veja abaixo os 5 grandes erros que eu cometia e, infelizmente,  muitos Professores estão cometendo, talvez até você, inconscientemente, também esteja. Por isso é hora de rever sua prática em cada um dos itens abaixo:
- Erro no. 1: Disciplinar toda a sala de uma só vez
- Erro no. 2: Bater boca com o aluno, ao invés de dar a direção do que fazer
- Erro no. 3:  Ameaçar, ameaçar, ameaçar e …….não cumprir
- Erro no. 4: Uso de linguagem não verbal de forma inadequada
- Erro no. 5:  Aula chata do começo ao fim