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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

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Haddad fala a radialistas sobre a expansão da rede de educação profissional

Em entrevista na manhã desta sexta-feira, 9, no programa Bom-Dia, Ministro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou a expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Em entrevista a radialistas das cinco regiões do país, coordenada pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Haddad explicou que as cidades contempladas com unidades de ensino foram escolhidas com base na demanda por vagas e na situação econômica.

O ministro disse ainda ser favorável à aplicação de recursos do pré-sal à educação no Brasil. “A Constituição estabelece que temos de fixar uma fonte para o financiamento da educação”, disse. “Mandamos ao Congresso Nacional um projeto de lei que aumenta em 40% os recursos em educação; sairíamos de 5% para 7% do PIB, e o fundo pode ser o pré-sal.”

Haddad comentou ainda sobre a erradicação do analfabetismo no Brasil, que está concentrado na zona rural. “Temos uma taxa de 4,8% na cidade e 18,6% no campo; estamos ruralizando o Brasil Alfabetizado para enfrentarmos esse problema”, disse. “Não há restrição orçamentária. A dificuldade é de natureza logística, de criar classes de alfabetização no campo”, explicou.

Assessoria de Comunicação Social

Educar na Fé


Tirar primeiro a trave do próprio olho

Lc 6,39-42
E Jesus fez estas comparações:
- Um cego não pode guiar outro cego. Se fizer isso, os dois cairão num buraco. Nenhum aluno é mais importante do que o seu professor. Porém, quando tiver terminado os estudos, o aluno ficará igual ao seu professor.
- Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", se você não repara na trave que está no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dia Mundial da Alfabetização


8 de setembro de 2011



O dia mundial da alfabetização é comemorado em 8 de setembro.
A alfabetização é o processo que desenvolve as habilidades de leitura e de escrita de um sujeito, tornando-o capaz de identificar e decifrar os códigos escritos.
A UNESCO se comprometeu a diminuir os índices de analfabetismo no mundo, pois nos países subdesenvolvidos cerca de 25% de adultos e crianças não sabem ler e escrever, chegando a um total de novecentos milhões de pessoas.
O índice de cidadãos alfabetizados de um país indica o nível de desenvolvimento do mesmo. Quanto mais pessoas analfabetas, menos desenvolvimento. Isso faz com que governantes procurem favorecer suas estatísticas, criando projetos que melhorem essas taxas, mas não garantem o aprendizado, como a educação por ciclos, onde os alunos não podem repetir o ano, sendo aprovados para as séries seguintes, mesmo apresentando grandes deficiências.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire são exemplos disso.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.
Em 2000, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizou o censo sobre educação, concluindo que o índice de analfabetismo no país atinge cerca de 13% da população do Brasil com mais de dez anos de idade; a população de analfabetos absolutos de nosso país ultrapassa o número de 16 milhões. Além desses índices, existem as pessoas com mais de quinze anos que não permaneceram por quatro anos nas escolas, consideradas analfabetas funcionais – leem, mas não interpretam, numa margem de trinta milhões de brasileiros.
As grandes incidências de analfabetismo em um país o deixa mais propenso a aceitar as imposições dos governantes, assim como dos meios de comunicação de massa, pois essa parte da população torna-se despreparada para compreender os problemas sociais e lutar por seus direitos enquanto cidadãos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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